segunda-feira, 31 de março de 2014

Palavras do Darma



foto: Alice Kohler

Somos seres humanos capazes de recomeçar. 

Para que o desespero? 

Tome todas as medidas corretas, faça tudo o que for necessário para resolver uma questão, mas, se não for possível, se houver injustiças, liberte-se, não tenha apegos, não se lamente.

(monja Coen Roshi)

sexta-feira, 28 de março de 2014



foto: Lou Gaioto

O que você está procurando está dentro de você.

Abaixe o volume do lado de fora, se você quiser ouvir o sussurro dentro.

Entenda que você é a fonte da alegria e paz em sua vida.


(Prem  Rawat)

quinta-feira, 27 de março de 2014

A onda e água



Um exemplo que usamos freqüentemente no budismo é o da onda e da água. A onde nasce do oceano e, quando você observa o fenômeno da onda, você vê a existência de um começo e de um fim. Você vê a subida e a descida, você vê a presença e a não presença da onda. Antes de surgir, parece que a onda não existia e, depois de descer também não vemos sua existência. Distinguimos entre uma e outra onda. Uma onda pode ser mais bonita, maior ou menor que outra onda. Então, em se tratando do mundo dos fenômenos, temos todo tipo de conceitos: começo e fim; alto e baixo; mais bonito e menos bonito – e isto cria muito sofrimento. Mas, ao mesmo tempo, sabemos que a onda é  água também. Uma onde pode viver sua vida tanto como onda quanto como água, ao mesmo tempo. Como uma onda, pertence ao mundo dos fenômenos: ela tem um começo, um fim, um aumentar, um diminuir. Ela se diferencia das outras ondas. Mas se ela tem tempo para se sentar e tocar em sua profunda, ela perceberá que é água. Ela não é apenas onda, é também água. No momento que percebe que é água, ela deixa de sofrer. Não tem mais medo de subir e descer. Não se preocupa em estar lá ou não estar mais. A água representa o mundo numênico, o mundo do não nascimento e da não morte, não vinda e não ida.

Se você continuar se aprofundando, verá que o que fazemos juntos, o que falamos juntos, o que pensamos juntos terá um efeito sobre nós e sobre o mundo, agora e depois. No ensinamento budista, nada é estritamente individual e nada é estritamente coletivo. Estas noções são relativas.

Você pode pensar que seu corpo é uma possessão individual, mas seu corpo pertence igualmente ao mundo. Imagine que você é um motorista e sua segurança depende de seus nervos ópticos. Você pensa neles como algo estritamente individual; eles pertencem a você e você é aquele que se beneficia e é responsável por eles. Mas se você for um motorista de ônibus, todos nós que sentamos no ônibus confiamos muito em seus nervos ópticos. Nossas vidas dependem de você. Este é o motivo para a expressão “É minha própria vida!” ser ingênua.  Nós estamos em você e você está em nós. Nós entre-somos.

(Thich Nhat Hanh – Corpo e mente em harmonia)



sábado, 22 de março de 2014

retornando a prática de zazen








Chuva caiu sem cessar
Samu 
Trovões raios 
Samu
A sala de Buda está pronta
Chuva ainda cai
Chuva forte
A sala de Buda
Buda escorre água
Buda choveu

Segunda (24 de março) 19h30  tem zazen na sala de Buda!  
Zendo Brasília

Sejam bem-vindos(as)

Gassho reverência

Kakuzen

terça-feira, 11 de março de 2014

COMUNICADO

Queridos(as) praticantes e amigos(as),


Alugamos a sala 110 que fica ao lado da nossa e iniciaremos amanhã, dia 12/03/2014, a reforma para ampliação do espaço de prática.



 As atividades ficam suspensas até o final de março. Aguardem novo comunicado. 


Agradecemos a todos(as) pelo caminho compartilhado.


Gassho

Kakuzen

Sesshin em Brasília

Arte: Hugo Pullen