segunda-feira, 28 de março de 2016

Aula experimental de yoga - Zendo Brasília




Convite aos amigos(as) praticantes todos!

Aula experimental de yoga


Zendo Brasilia - SHCGN 703 - Bl. N - casa 12


Dia 31 de março - quinta-feira às 19h 
Profª Karin


Corpo e mente em harmonia!

terça-feira, 8 de março de 2016

Como transformar sofrimento em amor?


Monja Coen




Ultrapassar o interesse egocêntrico

Crianças Munduruku/PA - foto: Frei Sebastião Robledo




Um dos mais importantes problemas, ainda por resolver, é o de estabelecer uma unidade completa (do ser humano), algo que esteja além do fragmentário e egocêntrico interesse no “eu”, em qualquer nível que seja – social, econômico ou religioso. O “eu” e o “não-eu”, o “nós” e “eles” são os fatores da divisão.

Há possibilidade de alguma vez ultrapassar-se a atividade do interesse egocêntrico? (…)

Como é possível ultrapassar a atividade do interesse egocêntrico – reconhecendo-se que há no ente humano uma grande porção da agressividade e da violência do animal, (…) de sua atividade irracional e daninha; e reconhecendo o quanto o ente humano está emaranhado em crenças, dogmas e teorias “separativas” (…)?

Assim, ante essa vasta fragmentação, existente tanto interior como exteriormente, a única solução é o ente humano produzir em si próprio uma revolução radical, profunda. Este é um problema muito sério, uma questão concernente a toda a nossa vida; ela implica a meditação, a verdade, a beleza e o amor.

—Jiddu Krishnamurti, em “Fora da Violência“, pgs 139 e 150 - (Copiado de Dharmalog.com)

sábado, 5 de março de 2016

Agenda atividades Zendo Brasília!






M A R Ç O

dia 5 - sábado (das 9h às 10h30) 
Estudo preceitos (vida de  Shakyamuni Buda)

dia 19 - sábado (das 8h00 às 12h00) 
 Zazenkai

dia 26 - sábado (a partir das 8h00) 
FaZENdo Caminhos - zazen na rua - imediações do Palácio do Buriti


A B R I L

dia 2 - sábado (das 10h00 às 17h00) 
Bazar Zen - local:  Zendo Brasília

dia 9 - sábado (das 9h00 às 10h30) 
Estudo preceitos (Budismo)

dia 16 - sábado (das 8 às 12h00) 
 Zazenkai

dia 30 - sábado (a partir das 8h00) 
FaZENdo Caminhos - zazen na rua - Parque da Cidade - encontro no antigo pedalinho

quinta-feira, 3 de março de 2016

A revolução do altruismo




Na bolha do ego, a mínima contrariedade adquire proporções desmedidas. A estreiteza de nosso mundo interior faz com que, ao ricochetear sem parar nas paredes dessa bolha, nosso estado de espírito e nossas emoções se amplifiquem de maneira desproporcional e invasiva. A menor alegria torna-se euforia; o sucesso alimenta a vaidade; a afeição cristaliza-se em apego; o fracasso nos mergulha na depressão; a contrariedade nos irrita e nos torna agressivos. Faltam-nos recursos interiores necessários para administrar saudavelmente os altos e baixos da existência. Esse mundo do ego é como um pequeno copo d’água: algumas pitadas de sal são suficientes para torná-lo intragável. Opostamente, aquele que estoura a bolha do ego é comparável a um grande lago: um punhado de sal não altera em nada seu sabor. Por essência, o egoísmo não faz mais que perdedores: nos torna infelizes e, por nossa vez, causamos as desventuras daqueles que nos rodeiam.


A segunda razão deve-se ao fato de que o egoísmo está fundamentalmente em contradição com a realidade. Baseia-se no postulado falso conforme o qual os indivíduos são entidades isoladas, independentes umas das outras, O egoísta espera construir sua felicidade pessoal na bolha de seu ego. Basicamente ele diz: “Cabe a cada um construir sua própria felicidade, mas essa não é minha ocupação”. O problema é que a realidade é totalmente outra: não somos entidades autônomas e nossa felicidade não pode ser construída senão com o concurso dos outros. Mesmo se tivermos a impressão de ser o centro do mundo, esse mundo permanece como sendo o dos outros.

(Matthieu Ricard, A revolução do altruísmo, p.64-65)

quarta-feira, 2 de março de 2016

Silêncio


Foto: Lou Gaioto
Quando você consegue suportar e ser o seu próprio silêncio, você está livre.

(Mooji)

terça-feira, 1 de março de 2016

Cultivo da bondade amorosa



Foto: Lou Gaioto



Nós começamos a praticar esta meditação em versos (gathas) focando a nós mesmos. Até o momento de sermos capazes de amar e cuidar de nós, não seremos de muita ajuda para os outros.

- Que eu possa ser pacífico, feliz e leve de corpo e mente.

- Que eu possa estar a salvo e livre de injúrias.

- Que eu possa me libertar do ódio, aflições, medo e ansiedades.

- Que eu possa aprender a me olhar com olhos de compreensão e amor.

- Que eu seja capaz de reconhecer e tocar as sementes de alegria e felicidade que existem em mim.

- Que eu possa aprender a identificar e perceber as fontes do ódio, ambição e delusão que existem em mim.

- Que eu saiba como nutrir as sementes de alegria em mim todos os dias.

- Que eu seja capaz de viver com frescor, sólido e livre.

- Que eu esteja livre do apego e da aversão, mas que jamais me torne indiferente.

(Thich Nhat Hanh)

Combatendo a resistência

Um profissional Certa vez, alguém perguntou a Somerset Maugham se ele  escrevia segundo um horário ou somente quando lhe vinha a  ins...